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IPTSP na Mídia - Trajetória do professor Alejandro Luquetti em evidência na TV UFG

Em 30/06/26 14:24. Atualizada em 30/06/26 14:24.

Mesmo aposentado, o professor Luquetti continua contribuindo para a pesquisa em Goiás

Texto: Fernando Cardoso

No dia 21/05, foi ao na TV UFG uma reportagem destacando a trajetória do professor Alejandro Luquetti, do Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública (IPTSP) da Universidade Federal de Goiás (UFG). O professor Luquetti é considerado uma referência na pesquisa sobre a doença de Chagas.

Na matéria, o professor inicia contando sobre o começo da sua trajetória. Ele se formou em medicina no Uruguai, depois passou cerca de três anos na Inglaterra com uma bolsa do Conselho Britânico e se especializou como médico imunologista focado em imunidade celular e imunodeficiências.

Ao chegar ao Brasil, revalidou seu diploma em Goiânia, mas como as imunodeficiências eram muito raras na região, ele foi aconselhado a aplicar seu conhecimento na doença de Chagas, que era muito comum na época. Em 1975, começou a trabalhar como professor visitante e curador no IPTSP.

Luquetti também conta sobre a fundação do Ambulatório de Doença de Chagas, em 1989, com o apoio da Faculdade de Medicina e do Hospital das Clínicas. O professor acredita que se trate do maior laboratório do mundo em soros com infecção pelo Trypanosoma cruzi..

Mesmo aposentado há 15 anos, o professor Alejandro Luquetti continua ativo, colaborando no ambulatório e no laboratório, além de atuar como editor secundário da Revista de Patologia Tropical. O laboratório e o ambulatório continuam recebendo apoio da universidade, do IPTSP e do Hospital das Clínicas.

Assista a matéria completa no canal da TV UFG

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*Fernando Cardoso é bolsista de jornalismo do Ceti-Saúde UFG e é supervisionado pela jornalista Marina Sousa.

Fonte: Assessoria de Comunicação do IPTSP/UFG

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