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    <title>IPTSP</title>
    <description>IPTSP - Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública</description>
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    <item>
      <title>Projeto CãoVivência promove evento de conscientização sobre bem-estar animal</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Capa IPTSP Noticia - Abril Laranja" title="Capa IPTSP Noticia - Abril Laranja" src="http://iptsp.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/Capa_IPTSP_Noticia_-_Abril_Laranja.png?1777920463" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-weight: 400;"&gt;A ação fez parte da campanha nacional do Abril Laranja&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto: Fernando Cardoso&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Imagens: Liliana Borges de Menezes&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/Adocao_Responsavel_%281%29.jpg" alt="Noticia - abril laranja 1" width="800" height="450" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;A ação do CãoVivência foi realizada no Parque Flamboyant.&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O projeto de extensão &lt;strong&gt;CãoVivência&lt;/strong&gt;, do Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública da Universidade Federal de Goiás (IPTSP/UFG) promoveu no dia 26 de abril, no Parque Flamboyant, uma ação dedicada ao &lt;strong&gt;Abril Laranja&lt;/strong&gt;, mês da campanha nacional de conscientização dedicada à prevenção e ao combate aos maus-tratos e abandono de animais. A ação foi organizada em parceria com a Agência Municipal do Meio Ambiente (AMMA), o Fórum Nacional de Proteção e Defesa dos Animais (FNPDA) e o Grupo de Proteção Animal da Polícia Civil (GPA).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O evento contou com diversas atividades, como orientações sobre guarda responsável, adoção de cães e gatos e vacinação de animais, com a participação da Equipe de Vigilância em Zoonoses da Prefeitura Municipal de Goiânia. Também ocorreram atividades voltadas ao público infantil, como pintura facial realizada por uma equipe da Agência da Guarda Civil Metropolitana (AGCM).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A ação teve caráter interativo e foi voltada à conscientização sobre o bem-estar animal e à prevenção dos maus-tratos, buscando envolver diferentes públicos. Foram organizadas estações temáticas com atividades lúdicas e informativas, abordando as cinco liberdades dos animais através de materiais visuais, jogos educativos e dinâmicas práticas para facilitar o entendimento e estimular a reflexão. As cinco liberdades dos animais são: livre de fome/sede, desconforto, dor/doença, medo/estresse, e liberdade para expressar comportamentos naturais.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/Adocao_Responsavel_%281%29.jpeg" alt="Noticia - abril laranja 3" width="800" height="450" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Atividades interativas para toda a família.&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A professora do IPTSP/UFG e coordenadora do projeto CãoVivência, Liliana Borges, ressaltou que a participação do público foi extremamente positiva. Com envolvimento ativo da comunidade durante toda a ação e interesse nas atividades propostas, especialmente nas estações interativas e nas orientações sobre guarda responsável.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;“Muitas famílias, inclusive com crianças, se envolveram nas dinâmicas, fizeram perguntas, compartilharam experiências e demonstraram sensibilidade em relação à causa animal. Foi muito significativo perceber o engajamento das pessoas não apenas em receber informações, mas em refletir sobre suas atitudes e o papel de cada um na promoção do bem-estar animal”, Liliana completou.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Sobre o CãoVivência&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O CãoVivência é um projeto de extensão fundado e coordenado pela professora e médica veterinária Liliana Borges de Menezes, que também é coordenadora do curso de Biotecnologia da UFG. O CãoVivência foi idealizado com o propósito de promover conscientização, estimular a empatia e fortalecer a responsabilidade coletiva em relação ao bem-estar animal.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;“O CãoVivência nasceu em 2024, a partir de uma inquietação pessoal diante do aumento de casos de maus-tratos contra animais, especialmente relacionados ao abandono. Ao acompanhar essa realidade, surgiu a reflexão sobre como eu poderia contribuir de forma efetiva para enfrentar esse problema”.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O projeto também se preocupa com a preservação do meio ambiente. Além de manter o Instagram (&lt;a href="https://www.instagram.com/caovivencia.iptsp.ufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;@caovivencia.iptsp.ufg&lt;/a&gt;) com informações contínuas sobre o cuidado e o bem-estar dos animais, no segundo semestre de 2025 foi realizado o evento “Cultura Oceânica no Cerrado”, alinhado ao tema da 22ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Atualmente, o CãoVivência organiza ações em escolas municipais de Goiânia e Aparecida de Goiânia, com o objetivo de fortalecer a educação ambiental e humanitária desde a base. Além disso, estão sendo planejados novos eventos para o mês de outubro, quando se celebra o Dia Mundial dos Animais, e para dezembro, período em que, infelizmente, há um aumento nos casos de abandono devido às festas de fim de ano.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/Adocao_Responsavel_%281%29.png" alt="Noticia - abril laranja 4" width="800" height="359" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Equipe do projeto CãoVivência.&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Histórias de adoção responsável&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O designer gráfico, Mailson Diaz, conta que já adotou diversos cães e gatos que encontrou vivendo nas ruas. Sua adoção mais recente foi um cachorro chamado Timilique. Ele conta que conhecia o cachorro das ruas do seu bairro, onde diversos animais vivem em situação de rua. Timilique foi adotado depois que Mailson o encontrou com ferimentos na coxa e na orelha, que precisou ser amputada devido a gravidade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na época, Mailson até tentou encontrar um lar para o animal, mas acredita que, por ser um cachorro adulto, de grande porte e sem raça definida (SRD), ninguém demonstrou interesse. No fim, o que era para ser um lar temporário se tornou permanente; hoje Timilique divide o lar com três gatas resgatadas das ruas ainda filhotes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em outro caso, a estudante Thaís Teixeira conta que adotou dois cães sem raça definida (SRD). O primeiro foi Sócrates, um cão de grande porte que apesar de já ter um tutor, era deixado nas ruas do bairro. Ela sempre colocava água e comida na calçada para o cão e, depois de um tempo, o adotou com autorização do antigo tutor. Seu segundo cão foi Ralf, que foi adotado no período de chuvas, na época ele estava magro e com aspecto de abandono. Thaís conta que decidiu adotá-lo após vê-lo encharcado depois de um dia de chuvas fortes.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/Adocao_Responsavel_%282%29.png" alt="Noticia - abril laranja 2" width="800" height="450" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Da esquerda para a direita: Timilique, Sócrates e Ralf foram salvos graças à adoção responsável.&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;*Fernando Cardoso é bolsista de jornalismo do Ceti-Saúde UFG e é supervisionado pela jornalista Marina Sousa.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 04 May 2026 16:00:06 -0300</pubDate>
      <link>https://iptsp.ufg.br/n/200661-projeto-caovivencia-promove-evento-de-conscientizacao-sobre-bem-estar-animal</link>
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    </item>
    <item>
      <title>BrainStorm de Ciência  debate violência sexual no ambiente escolar </title>
      <description>&lt;img width="200" alt=" capa - maressa.png
" title=" capa - maressa.png
" src="http://iptsp.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/capa_-_maressa.png?1777577620" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;O encontro desta edição traz a doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical e Saúde Pública (PPGMTSP), Maressa Queiroz para discussão do tema&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;" data-start="99" data-end="421"&gt;&lt;em&gt;Texto: Marina Sousa&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No próximo dia 6 de maio de 2026, o Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública (IPTSP) recebe mais uma edição do &lt;em&gt;BrainStorm&lt;/em&gt; de Ciência, iniciativa que busca aproximar ciência e sociedade por meio de debates acessíveis e atuais. A atividade será realizada das 16h às 17h, na sala multimídia da unidade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="423" data-end="776"&gt;Com o tema &lt;strong&gt;"Violência sexual nas escolas: caminhos e análises"&lt;/strong&gt; o encontro desta edição traz a doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical e Saúde Pública (PPGMTSP), Maressa Queiroz. A proposta é discutir como a violência sexual se manifesta nos ambientes escolares e qual o papel da ciência na compreensão e no enfrentamento desse problema.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="778" data-end="1092"&gt;Durante a apresentação, a pesquisadora compartilha reflexões a partir de sua pesquisa de doutorado, articulando dados nacionais, estudos científicos e análises sobre políticas públicas. A abordagem evidencia a escola como um espaço estratégico para ações de proteção, cuidado e promoção de uma cultura de respeito.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1094" data-end="1323"&gt;A atividade também convida o público a refletir sobre como a produção de conhecimento científico pode contribuir para fortalecer estratégias de prevenção e enfrentamento da violência sexual contra crianças, adolescentes e jovens. O evento é aberto e propõe um espaço de diálogo sobre um tema considerado urgente, reunindo perspectivas científicas e sociais em uma linguagem acessível ao público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/Brainstorm_-_feed_-_Maressa.png" alt=" Brainstorm - feed - Maressa.png" width="640" height="800" /&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 16:34:09 -0300</pubDate>
      <link>https://iptsp.ufg.br/n/200603-brainstorm-de-ciencia-debate-violencia-sexual-no-ambiente-escolar</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Vacinação que protege hoje e o amanhã</title>
      <description>&lt;img width="200" alt=" capa - semana de vacinação.png
" title=" capa - semana de vacinação.png
" src="http://iptsp.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1569/o/capa_-_semana_de_vacina%C3%A7%C3%A3o.png?1777486083" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;O Ceti-Saúde da UFG  reforça a importância da Semana de Vacinação nas Américas, promovida pela OPAS e OMS junto aos países&lt;span style="font-weight: 400;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto e arte: Marina Sousa&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O Centro de Excelência em Tecnologia e Inovação (Ceti-Saúde) da UFG apoia e reconhece a importância da Semana de Vacinação nas Américas como uma estratégia essencial para a promoção da saúde pública. Com a temática “Sua decisão faz a diferença. Imunização para todos”, a iniciativa reforça o compromisso coletivo com a ampliação do acesso às vacinas e com a conscientização da população sobre a relevância da imunização ao longo de toda a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atenção ao calendário vacinal é um dos pilares fundamentais para a proteção individual e coletiva. Diversos estudos científicos já demonstraram que a alta cobertura vacinal contribui diretamente para a redução da circulação de vírus e de outros agentes infecciosos, pois quando a população está adequadamente protegida pela vacinação a ocorrência de doenças diminui, bem como a redução de sequelas, hospitalizações e mortes o que consequentemente, aumenta a qualidade de vida da população. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1569/o/semana_de_vacina%C3%A7%C3%A3o_-__Diversos_-_feed_%289%29.png" alt=" semana de vacinação - _Diversos - feed (9).png" width="640" height="800" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste contexto, é importante destacar que o Brasil possui um dos maiores e mais abrangentes programas de vacinação do mundo, por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI). Além do mais, a vacinação é responsável por avanços históricos no controle e na eliminação de diversas doenças, consolidando a vacinação como uma das mais eficazes intervenções em saúde pública. Mantenha a  vacinação em dia.&lt;br /&gt;Se sua caderneta está incompleta ou com doses atrasadas, procure a unidade básica de saúde mais próxima. A vacinação é um direito garantido, com doses gratuitas disponíveis nas unidades básicas de saúde pelo SUS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 15:32:14 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>UFG abre suas portas durante o Espaço das Profissões 2026</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Espaco das profissões noticia" title="Espaco das profissões noticia" src="http://iptsp.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/Espaco_das_profiss%C3%B5es_noticia.png?1777483398" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Novidade deste ano é a realização em todas as cidades que a Universidade possui campi&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto: Caroline Pires&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O momento de escolha do curso superior ou qual instituição ingressar é sempre um desafio para os estudantes do ensino médio. Visando não só colaborar com essa escolha, mas também criar um ambiente que seja acolhedor, de diálogo e interação real com o ambiente acadêmico, a Universidade Federal de Goiás (UFG) realiza o Espaço das Profissões 2026. O evento, nascido em 2009, recebe em média 30 mil estudantes do ensino fundamental e médio, de escolas de dentro e fora de Goiás, para um momento de imersão nas potencialidades dos mais de 100 cursos de graduação da UFG. A novidade deste ano é a realização do evento nas quatro cidades onde a Universidade possui campus. Já a tradicional “carreta furacão” também estará presente para animar os estudantes durante a visita à UFG, em Goiânia.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Confira as datas e locais dos eventos:&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Goiânia - 13 e 14/5&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Campus Samambaia&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Avenida Esperança s/n&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Pró-reitoria de Graduação (Prograd), que coordena o evento, está realizando diversas reuniões para engajar toda a comunidade universitária em colaborar com o Espaço das Profissões 2026. Segundo a coordenadora da Educação Básica da Prograd, Larissa Evangelista, “o evento irá acontecer de forma descentralizada, permitindo que cada curso, suas coordenações, e a direção dos campi construam as atividades atendendo às particularidades da sua realidade e pensando as melhores estratégias para alcançar esse público”, destacou. Vale lembrar que a participação no Espaço das Profissões é gratuita e não é necessário realizar qualquer tipo de inscrição.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O caráter institucional coletivo do Espaço das Profissões também é destacado pelo pró-reitor de graduação adjunto, Monarko Azevedo, “essa é a grande vitrine da UFG. Um momento importante de diálogo entre a UFG e a sociedade, especialmente com os estudantes da educação básica. Ao abrir suas portas, a Universidade fortalece seu papel social e apresenta, de forma acessível, o que significa uma instituição pública, gratuita, de qualidade e comprometida com a inclusão”.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os estudantes de graduação ou pós-graduação da UFG que quiserem atuar como monitores deverão se inscrever a um edital específico, que será disponibilizado no site do &lt;a href="https://www2.espacodasprofissoes.ufg.br/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Espaço das Profissões&lt;/a&gt;, com inscrições via plataforma Plateia. Haverá seleção de monitores bolsistas e voluntários para trabalharem junto às equipes dos parceiros do evento, de logística e das salas interativas dos cursos.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 14:25:20 -0300</pubDate>
      <link>https://iptsp.ufg.br/n/200564-ufg-abre-suas-portas-durante-o-espaco-das-profissoes-2026</link>
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    </item>
    <item>
      <title>IPTSP Indica - XIII Workshop Nacional da Rede Brasileira de Pesquisas em Tuberculose</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="IPTSP Indica Site - workshop" title="IPTSP Indica Site - workshop" src="http://iptsp.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/NOVO_-_IPTSP_Indica_Site_-_workshop.png?1777481779" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Workshop reunirá especialistas para debater o enfrentamento da tuberculose&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto: Fernando Cardoso&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O &lt;strong&gt;XIII &lt;em&gt;Workshop&lt;/em&gt; Nacional da Rede Brasileira de Pesquisas em Tuberculose - REDE-TB&lt;/strong&gt; vai ocorrer entre os dias 16 e 19 de agosto em Brasília. O evento integra a programação oficial do &lt;strong&gt;Medtrop 2026.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O &lt;em&gt;Workshop&lt;/em&gt; Nacional é indicado para estudantes, profissionais da saúde, pesquisadores, gestores, representantes governamentais e sociedade civil interessados no enfrentamento da tuberculose. O evento busca promover diálogo entre setores para integrar produção científica, formulação de políticas públicas e práticas assistenciais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A REDE-TB é uma organização sem fins lucrativos dedicada à pesquisa em tuberculose. A organização contribui no desenvolvimento e avaliação de medicamentos, vacinas e diagnósticos, além disso, apoia políticas públicas de combate a tuberculose e trabalha no desenvolvimento de novas tecnologias.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Já o Medtrop é o principal congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, que é realizado anualmente. O evento reúne especialistas, pesquisadores, estudantes e profissionais da saúde para debater doenças tropicais, saúde única e políticas públicas pensadas para a realidade da América Latina.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em breve serão divulgadas mais informações sobre as inscrições. Interessados podem acompanhar o perfil da REDE-TB no Instagram (&lt;a href="https://www.instagram.com/redetboficial/" target="_blank" rel="noopener"&gt;@redetboficial&lt;/a&gt;) e o site do Medtrop 2026 (&lt;a href="https://medtrop2026.com.br" target="_blank" rel="noopener"&gt;https://medtrop2026.com.br&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/IPTSP_Indica_-_feed_-_workshop.png" alt="IPTSP Indica - feed - workshop" width="700" height="700" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;*Fernando Cardoso é bolsista de jornalismo do Ceti-Saúde UFG e é supervisionado pela jornalista Marina Sousa.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 13:57:14 -0300</pubDate>
      <link>https://iptsp.ufg.br/n/200563-iptsp-indica-xiii-workshop-nacional-da-rede-brasileira-de-pesquisas-em-tuberculose</link>
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    </item>
    <item>
      <title>29 de abril – Dia Internacional da Imunologia</title>
      <description>&lt;img width="200" alt=" dia da imunologia - capa site.png
" title=" dia da imunologia - capa site.png
" src="http://iptsp.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/dia_da_imunologia_-_capa_site.png?1777474403" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;E a ciência que protege, diagnostica, transforma e salva vidas.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;" data-start="57" data-end="191"&gt;&lt;em&gt;Texto: Marina Sousa&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imunologia está presente em cada linha de defesa do nosso organismo. É a ciência que protege, diagnostica, transforma e salva vidas. Muito além dos laboratórios, exerce um papel essencial na prevenção, no diagnóstico e no tratamento de diversas doença, desde infecções comuns até condições autoimunes, inflamatórias e o câncer. É por meio dela que avançamos no desenvolvimento de vacinas, terapias inovadoras e estratégias que impactam diretamente a saúde pública e a qualidade de vida da população.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="563" data-end="759"&gt;Celebrar esta data é reconhecer a importância da ciência e dos profissionais que dedicam suas pesquisas à compreensão do sistema imunológico e à criação de soluções que salvam vidas todos os dias. Portanto a imunologia é conhecimento, prevenção e vida. Segundo a professora Simone Fonseca, do DEBIOTEC do Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública (IPTSP) e doutora em Imunologia, neste ano o Dia Internacional da Imunologia 2026 traz como tema &lt;strong data-start="961" data-end="1024"&gt;“Células T Reguladoras: Guardiãs do Equilíbrio Imunológico”&lt;/strong&gt;, destacando o papel fundamental dessas células na manutenção da homeostase, ou seja a autorregulação do sistema imune e na prevenção de doenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/WhatsApp_Image_2026-04-29_at_11.07.52.jpeg" alt=" WhatsApp Image 2026-04-29 at 11.07.52.jpeg" width="560" height="700" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Infográfico gerado por IA com curadoria humana&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="563" data-end="759"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="https://iuis.org/day-of-immunology/" target="_blank" rel="noopener"&gt;&lt;strong&gt;Quer saber mais acesse: https://iuis.org/day-of-immunology/&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 11:58:06 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Evolução genética do coronavírus ajuda a explicar os rumos da pandemia de Covid-19 em Goiás</title>
      <description>&lt;img width="200" alt=" capa - artigo covid-19.png
" title=" capa - artigo covid-19.png
" src="http://iptsp.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1569/o/capa_-_artigo_covid-19.png?1777387988" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Pesquisa do Ceti-Saúde UFG rastreia quase 9 mil genomas virais e mostra que vacinas foram decisivas para atenuar o impacto das variantes mais letais&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto: Marina Sousa e Ana Laura de Sene Amâncio Zara&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Diagramação: Marina Sousa&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma equipe  de pesquisadores liderada pelo Prof. José Alexandre Diniz-Filho, coordenador do Núcleo de Modelagem do Centro de Excelência em Tecnologia e Inovação em Saúde (Ceti-Saúde) da Universidade Federal de Goiás (UFG), examinou quase 9.000 genomas do SARS-CoV-2 coletados no estado entre 2020 e 2024. O objetivo era compreender como as mudanças genéticas do vírus e o surgimento de novas variantes influenciaram o número de casos e mortes por Covid-19 em Goiás, não apenas rastreando as variantes já catalogadas, mas acompanhando de forma contínua a diversidade genética do vírus mês a mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A abordagem que diferencia o estudo é: Em vez de observar somente as "variantes de interesse" amplamente conhecidas, a equipe utilizou análises evolutivas para capturar qualquer transformação relevante no material genético viral, mesmo antes de ela ganhar nome oficial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os três grandes momentos de mudança&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A análise identificou três períodos de transformação genética acelerada. O primeiro ocorreu no início de 2021 e corresponde à chegada da variante Gama ao estado, provocando aumento expressivo de casos e óbitos. O segundo, no final de 2021, marcou a entrada da Ômicron, responsável pelo maior salto genético já observado no estudo, que se espalhou rapidamente por sua altíssima transmissibilidade. O terceiro pico ocorreu no final de 2023 e, embora não estivesse associado a uma nova variante de preocupação, demonstrou que o vírus continuava evoluindo mesmo em fases mais estáveis da pandemia.&lt;/p&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Esse estudo ajuda a compreender como o vírus da Covid-19 evoluiu em Goiás e destaca a importância de manter sistemas de vigilância eficientes, mostrando como o trabalho conjunto entre ciência, monitoramento constante e vacinação podem reduzir danos e salvar vidas."explica o  Prof. Dr. José Alexandre Diniz-Filho, que também é docente do Instituto de Ciências Biológicas da UFG.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1569/o/artigo_porf._jos%C3%A9_alexandre.png" alt=" artigo porf. josé alexandre.png" width="800" height="533" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;O papel das vacinas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;
&lt;p&gt;Entre todas as variantes, a Ômicron se destacou como a mais distante geneticamente das versões anteriores do vírus, o que explica sua capacidade de escapar parcialmente da imunidade adquirida. Apesar do enorme número de infecções que provocou, o impacto em hospitalizações e mortes foi significativamente menor do que em períodos anteriores. A explicação reside na conjuntura imunológica do momento: quando a Ômicron emergiu, a campanha de vacinação já havia alcançado parcela significativa da população goiana, somando-se à imunidade adquirida por infecções anteriores. Esse contexto de proteção acumulada amorteceu o potencial destrutivo da variante, e o estudo transforma essa observação em evidência científica, demonstrando de forma mensurável como a vacinação alterou a relação entre transmissão e gravidade da doença.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Desigualdade geográfica na disseminação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O vírus não se espalhou de maneira uniforme pelo território goiano. Ele seguiu a geografia humana. Regiões de menor densidade populacional registraram também menor diversidade genética viral, o que sugere circulação mais restrita e menos oportunidades de mutação. Em contraste, Goiânia e seu entorno metropolitano atuaram como  "portas de entrada" e redistribuição das variantes, refletindo o peso da mobilidade urbana na dinâmica epidemiológica. O dado não é apenas descritivo: ele aponta que ignorar a estrutura demográfica e os fluxos de deslocamento no desenho de políticas de vigilância é desperdiçar informação essencial para entender, e conter, a propagação do vírus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que o estudo evidencia, em última análise, é que a genômica deixou de ser um recurso auxiliar para se tornar um instrumento de inteligência epidemiológica. Rastrear a evolução do vírus em tempo real não apenas descreve o que aconteceu, mas permite antecipar o que está por vir, oferecendo às autoridades de saúde uma janela de antecipação antes que novas ondas se consolidem. Nesse sentido, a pesquisa do Núcleo de Modelagem do Ceti-Saúde, coordenado por Diniz-Filho, vai além do diagnóstico retrospectivo: ela propõe um modelo de vigilância contínua como componente estrutural da gestão pública em saúde, colocando Goiás na fronteira de uma abordagem que ancora decisões políticas em evidência científica robusta. A pesquisa também contou com o apoio do &lt;a href="https://www.incteecbio.com.br/" target="_blank" rel="noopener"&gt;INCT - Ecologia, Evolução e Conservação da Biodiversidade.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table style="border: none; border-collapse: collapse;"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr style="height: 0pt;"&gt;
&lt;td style="vertical-align: top; background-color: #d9d9d9; padding: 0pt 5.4pt 0pt 5.4pt; overflow: hidden; overflow-wrap: break-word; border: solid #000000 0.5pt;"&gt;
&lt;p style="line-height: 1.2; text-align: center; margin-top: 12pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Aptos; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Artigo: &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Aptos; color: #000000; background-color: transparent; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Temporal dynamics of SARS-CoV-2 phylogenetic diversity in Central Brazil reveals evolutionary shifts among variants of concern during the pandemic&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;p style="line-height: 1.2; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Aptos; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Diniz-Filho JAF, Nunes R, Targueta CP, Ferreira RSB, Melo-Ximenes A, Dias RO, de Curcio JS, Melo e Silva D, Dias e Souza MBL, Fiaccadori FS, Lacerda EPS, Toscano CM, Rangel TF and Telles MPC (2025). Temporal dynamics of SARS-CoV-2 phylogenetic diversity in Central Brazil reveals evolutionary shifts among variants of concern during the pandemic. Front. Microbiol. 16:1639187. doi: 10.3389/fmicb.2025.1639187.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;p style="line-height: 1.2; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Aptos; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Link do site (Frontiers): https://www.frontiersin.org/journals/microbiology/articles/10.3389/fmicb.2025.1639187/full&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 28 Apr 2026 12:11:59 -0300</pubDate>
      <link>https://iptsp.ufg.br/n/200517-evolucao-genetica-do-coronavirus-ajuda-a-explicar-os-rumos-da-pandemia-de-covid-19-em-goias</link>
      <guid>https://iptsp.ufg.br/n/200517-evolucao-genetica-do-coronavirus-ajuda-a-explicar-os-rumos-da-pandemia-de-covid-19-em-goias</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Brainstorm de Ciência: Estudantes de Moçambique compartilham vivências de mobilidade internacional</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="IPTSP Noticia - Brainstorm 23/04" title="IPTSP Noticia - Brainstorm 23/04" src="http://iptsp.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/IPTSP_Noticia_-_Brainstorm_2304.png?1777314644" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Edição do projeto abordou as oportunidades e os desafios da pós-graduação por meio de mobilidade internacional&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto e Foto: Fernando Cardoso&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;No dia 22/04, ocorreu mais uma edição do&lt;strong&gt;&lt;em&gt; Brainstorm&lt;/em&gt; de Ciência no IPTSP/UFG.&lt;/strong&gt; Nesta edição, o tema abordado foi &lt;strong&gt;“Pós-graduação por meio de mobilidade internacional: experiências, oportunidades, desafios e perspectivas profissionais”. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os convidados foram Abel Bingarda e Denise Cândida Emanuel, estudantes do &lt;strong&gt;Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical e Saúde Pública - (PPGMTSP).&lt;/strong&gt; Os dois estudantes moçambicanos falaram sobre programas de mobilidade internacional, desafios, o processo de adaptação e responderam dúvidas de alunos da graduação sobre como funciona a mobilidade internacional e quais documentos são necessários.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/IPTSP_Noticia_-_Brainstorm_Abel_e_Denise.JPG" alt=" IPTSP Noticia - Brainstorm Abel e Denise" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Abel Bingarda e Denise Cândida Emanuel.&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Abel Bingarda, que está no mestrado, foi selecionado para o PPGMTSP por meio do Grupo de Cooperação Internacional de Universidades Brasileiras (GCUB-MoB), que é uma organização sem fins lucrativos voltada à mobilidade internacional para estudantes de graduação e pós-graduação, atualmente composto por 103 universidades brasileiras. O programa recebe apoio do Ministério da Educação (MEC) e Ministério das Relações Exteriores (MRE), por intermédio da Divisão de Cooperação Educacional (DCE). &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O mestrando destacou que, apesar das diferenças, a vivência com conteúdos brasileiros (novelas, músicas, etc) facilitou sua adaptação. Suas perspectivas profissionais incluem tornar-se pesquisador no Instituto Nacional de Saúde em Moçambique e contribuir para o controle e diminuição da incidência de malária em Moçambique e países vizinhos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Denise Cândida Emanuel se formou em Biologia e Saúde na Universidade Eduardo Mondlane, em Maputo, Moçambique. Depois de formada, ela trabalhou no Instituto Nacional de Saúde como técnica de laboratório. Após o término de seu projeto, ela buscou bolsas e encontrou o programa GCU-Mob, onde foi selecionada para o mestrado no PPGMTSP. Ela contou que suas expectativas futuras incluem ser pesquisadora referência em seu país e contribuir para a redução da taxa de mortalidade infantil.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Eles também discutiram os desafios da pós-graduação no exterior, como a incerteza e o medo, mas ressaltaram a importância da adaptação e da perseverança. Abel teve uma adaptação fácil devido à comunidade africana e moçambicana no Brasil, e Denise também encontrou um ambiente acolhedor.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O &lt;em&gt;Brainstorm&lt;/em&gt; de Ciência é um projeto de extensão do IPTSP/UFG, coordenado pelos professores Ludmilla Baltazar e Juscelino Rodrigues. O projeto é voltado ao debate entre pesquisadores e divulgação científica. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Pesquisadores e estudantes interessados em colaborar nas próximas edições podem entrar em contato com os coordenadores pelos e-mails: ludmilabaltazar@ufg.br ou juscelinorf@ufg.br&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;*Fernando Cardoso é bolsista de jornalismo do Ceti-Saúde UFG e é supervisionado pela jornalista Marina Sousa.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 27 Apr 2026 15:33:23 -0300</pubDate>
      <link>https://iptsp.ufg.br/n/200490-brainstorm-de-ciencia-estudantes-de-mocambique-compartilham-vivencias-de-mobilidade-internacional</link>
      <guid>https://iptsp.ufg.br/n/200490-brainstorm-de-ciencia-estudantes-de-mocambique-compartilham-vivencias-de-mobilidade-internacional</guid>
    </item>
    <item>
      <title>I Workshop de Micologia Médica fez de Goiânia, em dois dias, a Capital da micologia médica</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="micmed2026 - destaque site" title="micmed2026 - destaque site" src="http://iptsp.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/micmed2026_-_destaque_site.png?1777318772" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Especialistas e pesquisadores do Brasil e do exterior apresentaram avanços recentes no diagnóstico, pesquisa e tratamento de doenças fúngicas em humanos e animais.&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto e fotos: Karine Rodrigues &lt;br /&gt;FunBios &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A crescente pressão sobre sistemas hospitalares e laboratórios clínicos causada pelo avanço das infecções fúngicas invasivas — estimadas em 6,5 milhões de casos e 3,8 milhões de mortes anuais em todo o mundo — tem exigido do setor de saúde respostas mais rápidas, abordagens eficazes e profissionais mais preparados. Diante desse cenário, a Universidade Federal de Goiás (UFG), por meio do Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública (IPTSP) e Instituto de Ciências Biológicas (ICB), realizou entre 27 e 28 de março de 2026, o I Workshop de Micologia Médica (Mic Med). Trata-se do primeiro evento nacional, realizado em Goiás e direcionado à atualização profissional em diagnóstico, epidemiologia e manejo clínico das doenças fúngicas. Uma vez que, a infecções por fungos patogênicos é um tema relevante no setor de saúde devido ao aumento das infecções invasivas e da resistência aos antifúngicos disponíveis comercialmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/20260327_192621%280%29_%281%29.jpg" alt=" 20260327_192621(0) (1).jpg" width="450" height="600" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Da esquerda para a direita: Diretor do IPTSP Yves Mauro Ternes; Professora e Coordenadora do Mic Med, Ludmila de Matos Baltazar; Diretor Científico e de Inovação da Fapeg, Claudio Rodrigues Leles &lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Com uma programação intensa, palestrantes de referência e uma proposta clara de unir academia, indústria e rede de assistência, o Workshop destacou dados epidemiológicos recentes, pesquisas de fronteira, abordagens terapêuticas e atualizações críticas da área. Voltado para médicos, enfermeiros, biomédicos, farmacêuticos, patologistas, pesquisadores e estudantes. A abertura do evento contou com a presença de autoridades e organizadores, como o diretor do IPTSP/UFG, Yves Mauro Fernandes Ternes; o diretor Científico e de Inovação da Fapeg, Claudio Rodrigues Leles; a diretora-presidente da Fagep, Lucilene Maria de Sousa; e a coordenadora-geral da Rede FunBioS e do INCT-PDHN, Célia Maria Soares. Também participaram a vice-coordenadora do evento, profª Mirelle Garcia Bailão, e os professores organizadores Jadson Bezerra, Clayton Borges e Alexandre Bailão.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para a coordenadora do evento, Profª. Ludmila de Matos Baltazar, o encontro inaugurou um “novo ciclo virtuoso para a micologia médica em Goiânia, Goiás”, conectando pesquisa, inovação e prática clínica de maneira inédita. “O Brasil vive um momento crítico para o diagnóstico das micoses e a atualização profissional se tornou uma necessidade urgente. Nosso compromisso era trazer especialistas de renome, fomentar colaboração e atualizar quem está na linha de frente”, afirma. Além disso, a professora considerou o evento muito bem-sucedido, sem intercorrências e com a presença de um público qualificado. Mais de 100 inscritos participaram do evento. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Embora a Organização Mundial da Saúde (OMS) tenha publicado, em 2022, sua primeira lista oficial de patógenos fúngicos de alta preocupação, o setor ainda opera com lacunas significativas. A baixa suspeição clínica, a escassez de métodos diagnósticos avançados em muitos serviços e a limitada oferta de terapias antifúngicas criam um ambiente onde inovação não é mais opcional: tornou-se indispensável. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Palestras&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para a conferência de abertura, o professor doutor Arnaldo Lopes Colombo, uma das maiores autoridades em infecções fúngicas da América Latina reforçou que a candidemia continua sendo um desafio prioritário para hospitais brasileiros. De acordo com Colombo, o avanço das micoses invasivas exige que os serviços de saúde atualizem protocolos e incorporem novas ferramentas diagnósticas. A OMS priorizou o combate de 19 patógenos em todo o mundo, mas segundo o pesquisador no Brasil, diante de doenças mais graves, o foco foi reduzido a fim de que o controle de infecções por Cândida spp. seja muito mais eficaz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/WhatsApp_Image_2026-04-28_at_14.00.12.jpeg" alt="professor doutor Arnaldo Lopes Colombo," width="800" height="572" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Professor pesquisador Arnaldo Lopes Colombo&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;No segundo dia de evento, as palestras foram iniciadas pela doutora Rosely Maria Zancopé Oliveira, que aprofundou a discussão sobre diagnóstico diferencial de micoses - uma área crítica para emergências, dermatologia, infectologia e unidades de terapia intensiva. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/WhatsApp_Image_2026-04-27_at_11.35.03.jpeg" alt="Rosely Maria Zancopé Oliveira" width="338" height="600" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Pesquisadora Rosely Maria Zancopé Oliveira&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na sequência de palestras, a professora do IPTSP Moara Alves Santa Bárbara Borges ressaltou que a coleta inadequada, o armazenamento incorreto e o transporte fora dos padrões interferem diretamente na qualidade do diagnóstico micológico. Essas intercorrências podem resultar em subnotificação, tratamentos pouco eficazes e aumento dos custos assistenciais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na terceira palestra da manhã, a professora doutora Anamaria Mello Miranda Paniago apresentou os desafios específicos do manejo de micoses oportunistas em pacientes com HIV avançado. O tema reforçou a urgência de políticas integradas entre vigilância, atenção primária e hospitais. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O doutor Rodrigo Paes de Almeida ministrou a palestra “Diagnóstico laboratorial de micoses de importância dermatológica”, em que destacou as dermatofitoses causadas por fungos dermatófitos. A manhã foi finalizada com a palestra técnica do Dr. Gabriel Tristão, que responde pelo Desenvolvimento de Negócios da América Latina da Bruker, um dos patrocinadores do evento. Tristão ressaltou as potencialidades dos equipamentos Maldi e IR Biotyper, adquiridos recentemente pelo IPTSP, e instalados no Centro Multiusuário de Pesquisa de Bioinsumos e Tecnologias em Saúde (CMBiotecs) do IPTSP/UFG. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Doenças e tratamentos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A tarde foi iniciada com a conferência do professor doutor Flávio de Querioz Telles Filho, que explanou sobre os “Novos insights sobre a esporotricose de transmissão zoonótica”, mostrou com fotos e vídeos os problemas causados pela esporotricose principalmente felina e também humana. Segundo o professor, os gatos apresentam em suas lesões elevada carga fúngica o que pode resultar na infecção de seus tutores. Eles podem transmitir a doença para humanos pela mordedura, arranhadura, e, espirro que pode atingir os tutores à distância. Segundo Telles, o grande problema no tratamento da esporotricose em humanos é o diagnóstico, que é demorado e muitas vezes a doença não é reconhecida adequadamente. &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/WhatsApp_Image_2026-04-27_at_11.23.57.jpeg" alt=" WhatsApp Image 2026-04-27 at 11.23.57.jpeg" width="450" height="600" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Professor Flávio de Querioz Telles Filho&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A doutora Maria Adelaide Millington proferiu a palestra “Micoses endêmicas e oportunistas no Brasil - avanços e perspectivas”, e relatou como as micoses são doenças tão negligenciadas no Brasil que muitas nem ser quer são descritas no rol de doenças. Ela explicou que micoses engloba um conjunto de doenças causadas por fungos e, ressaltou a importância de que a disciplina micologia componha as disciplinas aplicadas nas faculdades de medicina. Ao longo de sua fala, informou que a dispensação de medicamentos para controle e tratamento de micoses no Brasil para a rede pública de saúde, só foi iniciado com vigor a partir de 2020, depois da pandemia de covid-19, e para pacientes HIV positivo essa dispensação eficiente ocorre a partir de 2021. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O professor doutor Ricardo de Souza Cavalcante ministrou a palestra, “Cicatrizes invisíveis: o impacto e os desafios das sequelas pulmonares na paracoccidioidomicose”. O professor relatou que a paracoccidioidomicose (PCM) se trata de uma doença endêmica no País e relevante para áreas rurais e urbanas. “Estamos diante de doenças que exigem olhar especializado. Quando identificamos fatores prognósticos de forma precoce, reduzimos complicações e custos sociais”, afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O evento foi finalizado com a palestra da professora doutora Lisandra Serra Damasceno que trouxe para a audiência a sua experiência sobre a “Vigilância da resistência antifúngica em leveduras do gênero Cândida e Cryptococcus”, que é um tema estratégico, pois o problema atinge em larga escala hospitais e unidades de saúde de todos os tamanhos em todo o País. Ela reforçou que fungos resistentes requerem ainda mais cuidado e mais empenho em erradicar o problema. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/Todos_juntos_%281%29.jpeg" alt=" Todos juntos (1).jpeg" width="700" height="525" /&gt;
&lt;figcaption&gt;
&lt;div class="text-base my-auto mx-auto [--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-xs,calc(var(--spacing)*4))] @w-sm/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-sm,calc(var(--spacing)*6))] @w-lg/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-lg,calc(var(--spacing)*16))] px-(--thread-content-margin)"&gt;
&lt;div class="[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn"&gt;
&lt;div&gt;
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&lt;div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;p data-start="0" data-end="163" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt;&lt;em&gt;Especialistas e pesquisadores do Brasil e do exterior apresentaram avanços recentes no diagnóstico, pesquisa e tratamento de doenças fúngicas em humanos e animais.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O I Workshop de Micologia Médica foi realizado em um momento crucial em que o aumento das micoses invasivas, o crescimento da resistência antifúngica e a necessidade de modernização dos diagnósticos tornaram o evento uma plataforma estratégica de conhecimento, networking e inovação tecnológica. Com palestrantes renomados, temas de alto impacto e forte presença de profissionais da saúde, o Workshop poderá fazer de Goiás como polo de referência em micologia médica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agradecemos aos nossos apoiadores, cujo incentivo foi fundamental para a realização desta primeira edição do evento. O I Workshop de Micologia Médica é uma iniciativa da Universidade Federal de Goiás, por meio do Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública (IPTSP), da Rede FunBioS e do INCT-PDHN. Contamos com o apoio institucional do Conselho Regional de Farmácia do Estado de Goiás (CRF-GO) e do Hospital Estadual da Mulher Dr. Jurandir do Nascimento (HEMU), além do apoio financeiro da Fapeg, do Sicoob UniCentro BR, da Fagep e da Bruker. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, a coordenadora-geral do Mic Med, professora Ludmila Baltazar, destacou a expectativa de que este seja o primeiro de uma série de encontros voltados ao fortalecimento da integração entre pesquisa, indústria e prática clínica, ampliando oportunidades para profissionais e instituições que atuam na área da saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Confira alguns registros do I Workshop de Micologia Médica:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/20260327_212926_%281%29.jpg" alt=" 20260327_212926 (1).jpg" width="700" height="525" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/ChatGPT_Image_27_de_abr._de_2026__11_33_33.png" alt=" ChatGPT Image 27 de abr. de 2026, 11_33_33.png" width="700" height="525" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Abertura da solenidade do Mic Med que foi conduzida pelo professor do IPTSP,Jadson Bezerra&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 27 Apr 2026 13:46:17 -0300</pubDate>
      <link>https://iptsp.ufg.br/n/200481-i-workshop-de-micologia-medica-fez-de-goiania-em-dois-dias-a-capital-da-micologia-medica</link>
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      <title>Banco Vermelho é inaugurado no IPTSP/UFG em ato contra a violência de gênero</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="IPTSP Noticia - Pintura banco (1)" title="IPTSP Noticia - Pintura banco (1)" src="http://iptsp.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/IPTSP_Noticia_-_Pintura_banco_%281%29.png?1777058771" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Ação simbólica integra a campanha “UFG pela Vida de Todas” e amplia rede de conscientização na universidade&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto e Fotos: Fernando Cardoso&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/IPTSP_PINTURA_BANCO_%289%29.JPG" alt=" IPTSP PINTURA BANCO (9)" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Ao fundo, roda de conversa entre servidoras do IPTSP/UFG e a secretária de inclusão da UFG, Jaqueline Araujo.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt; &lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;No dia 16 de abril, foi realizada a pintura inaugural de um Banco Vermelho no hall de entrada do Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública da Universidade Federal de Goiás (IPTSP/UFG), como um gesto simbólico de enfrentamento à violência contra a mulher. A inauguração do Banco Vermelho do IPTSP contou com a participação da Secretária de Inclusão da UFG, Jaqueline Araújo, a vice-diretora do IPTSP, Thaís Rocha Assis, juntamente com estudantes, coordenadoras de curso, servidoras e chefes de alguns departamentos do instituto.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A pintura do banco foi realizada de forma colaborativa por estudantes dos cursos de Fisioterapia e Biotecnologia, além de servidoras e colaboradoras do IPTSP. A ação contou ainda com a participação de integrantes da Liga Acadêmica de Fisioterapia em Saúde das Mulheres (LAFESM), projeto de extensão coordenado pela vice-diretora do Instituto, Thaís Rocha Assis, que também esteve presente no ato.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/IPTSP_PINTURA_BANCO_%287%29.JPG" alt="IPTSP PINTURA BANCO (7)" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Processo de pintura do Banco Vermelho.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em entrevista, Thaís Rocha afirmou que a pintura do banco representa um ato simbólico de união da comunidade em torno do enfrentamento ao feminicídio e à violência de gênero. Segunda ela, o que sustenta essa lógica que leva mulheres a morrerem pelo simples fato de serem mulheres é a própria estrutura da nossa sociedade, ainda marcada pelo patriarcado, pelo machismo e pela disseminação do ódio contra as mulheres. O desfecho desse processo é a morte, realidade que se repete diariamente no Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A vice-diretora também ressaltou o engajamento institucional na causa: “O IPTSP se soma a outras unidades da UFG na organização dessa campanha. Não podemos ficar de fora. A nossa unidade se une a essa mobilização, fortalecendo essa corrente dentro da universidade”, ressalta a vice-diretora.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A estudante de Fisioterapia e integrante da LAFESM, Glória Santiago reforça que o banco serve como uma rede de solidariedade: “Existem mulheres que se sentem sozinhas, sem ter com quem contar. O banco é uma forma de elas se sentirem acolhidas e também um meio para que qualquer pessoa tenha chances de ajudar uma mulher que precise de suporte.”&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Após a inauguração do banco, ocorreu uma roda de conversa sobre o tema — haja visto que, o ambiente universitário foi por muito tempo um espaço negado às mulheres. Ações como esta tornam-se símbolo de resistência, pois além de transmitir uma mensagem muito poderosa à quem passa e vê banco vermelho, também provoca uma reflexão que deve incentivar o diálogo e também reafirmar a importância da luta por equidade de gênero e pelo enfrentamento à violência contra as mulheres.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/IPTSP_PINTURA_BANCO_%2811%29.jpg" alt="IPTSP PINTURA BANCO (11)" width="700" height="525" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Roda de conversa após a inauguração do Banco Vermelho.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;UFG pela Vida de Todas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A iniciativa de inaugurar os Bancos Vermelhos na Universidade Federal de Goiás iniciou-se dentro da campanha UFG pela Vida de Todas, que se tornou um programa com o mesmo nome. Entre bancos inaugurados e que ainda serão lançados nos próximos meses nas unidades acadêmicas, órgãos e os campi, são no total 14 bancos menores e o banco gigante que está localizado perto do Restaurante Universitário do Campus Samambaia da UFG.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em entrevista, a secretária de inclusão Jaqueline Araújo declarou que: “Após cerca de dois meses da campanha vimos um aumento de mulheres da comunidade acadêmica buscando informações, procurando apoio e denunciando situações de violência ou buscando proteção junto à Secretaria de Promoção da Segurança e Direitos Humanos (SDH). Desta forma avaliamos que esta iniciativa encorajou alunas e servidoras a denunciarem situações de violências sofridas em diferentes ambientes pelos quais elas circulam”.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;“Com isto, a UFG demarca junto a comunidade acadêmica e a sociedade goiana a relevância da luta das mulheres pelo seu direito básico: o de viver. Viver sem medo, com liberdade, com autonomia e respeitando-nos mutuamente”, conclui.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/WhatsApp_Image_2026-04-24_at_14.26.34.jpeg" alt="Banco Vermelho finalizado." width="700" height="394" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Banco Vermelho finalizado.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Instituto Banco Vermelho&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O Instituto Banco Vermelho (IBC) é uma organização sem fins lucrativos que foi fundada em novembro de 2023. O objetivo do instituto é, através de palestras, projetos de lei e intervenções como a instalação dos bancos, enfrentar a violência de gênero. Além disso, conforme previsto na Lei Federal nº 14.942, de 31 de julho de 2024, é obrigatória a instalação de bancos vermelhos em locais públicos de grande circulação (como vias públicas, hospitais e universidades) com frases de conscientização e contatos para denúncia de violência contra a mulher.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Paula Limongi, vice-presidente do Instituto Banco Vermelho, disse em entrevista para o IPTSP que a instalação de bancos tanto em universidades quanto escolas tem sido fundamental para que a comunidade acadêmica, funcionários, pais e alunos, tenham consciência de que o feminicídio é uma epidemia e que é dever de todos falar sobre o tema. “Então, não dá mais para ficar sentado esperando que a solução chegue. A gente precisa ocupar todos os lugares para falar sobre o tema”, afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;“E você pode se perguntar: Será que um banco vai salvar a vida de alguém? A resposta é clara. Não. Ele não vai salvar, mas a informação que está nele sim. A divulgação da rede de apoio e os canais de ajuda, como 180 e 190, podem salvar a vida de uma mulher em situação de violência. Diante disso, as pessoas têm se deparado com esse elemento que convida a todos para sentar, refletir, levantar e agir e também se tornar um vetor na comunicação”, finaliza Limongi.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/IPTSP_PINTURA_BANCO_%2810%29.jpg" alt="IPTSP PINTURA BANCO (10)" width="700" height="525" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Servidoras do IPTSP com a Secretária de Inclusão da UFG, Jaqueline Araújo.&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/IPTSP_PINTURA_BANCO_%284%29.jpg" alt=" IPTSP PINTURA BANCO (4)" width="700" height="394" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Vice-diretora do IPTSP, Thaís Rocha Assis (à direita) e alunas integrantes da LAFESM.&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/ChatGPT_Image_24_de_abr._de_2026__14_22_29.png" alt=" ChatGPT Image 24 de abr. de 2026, 14_22_29.png" width="480" height="900" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;O Banco Vermelho está localizado no andar térreo do IPTSP/UFG&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Fernando Cardoso é bolsista de jornalismo do Ceti-Saúde UFG e é supervisionado pela jornalista Marina Sousa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 24 Apr 2026 15:04:28 -0300</pubDate>
      <link>https://iptsp.ufg.br/n/200417-banco-vermelho-e-inaugurado-no-iptsp-ufg-em-ato-contra-a-violencia-de-genero</link>
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